Cármen Lúcia: não há urgência na análise de pedido de Temer

Advogados do presidente pediram acesso aos sete áudios que foram recuperados do gravador de Joesley Batista para preparar a defesa na Câmara dos Deputados
A ministra Cármen Lúcia é responsável pelos despachos do STF durante o recessomiche (Renato Costa/Framephoto/Folhapress)
Responsável pelos despachos do Supremo Tribunal Federal (STF) durante o recesso, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, entendeu que não há urgência na análise do pedido da defesa do presidente Michel Temer (PMDB) para ter acesso aos sete áudios que foram recuperados do gravador do empresário e delator Joesley Batista durante o trabalho do Instituto Nacional de Criminalística (INC).
Em 28 de junho, os advogados do presidente solicitaram acesso às gravações ao relator do caso, Edson Fachin. O ministro decidiu ouvir previamente a Procuradoria-Geral da República (PGR), que ainda não se manifestou.
Durante o recesso do STF, a defesa de Temer fez um novo pedido, desta vez endereçado à presidente da Corte, apontando urgência na análise do caso diante da proximidade da votação, na Câmara dos Deputados, em que os deputados federais decidirão se dão aval ou não ao STF para analisar a denúncia apresentada pela PGR contra o presidente. A votação está prevista para 2 de agosto. (veja)

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