EUA comemoram corte de US$ 285 mi em seus pagamentos à ONU

Para Nikki Haley, ineficiência e gastos excessivos da ONU são notórios; EUA ameaçaram cortar verbas à entidade e países se opondo a sua posição em Jerusalém
A embaixadora dos Estados Unidos Nikki Haley durante reunião do Conselho de Segurança da ONU em Nova York - 08/12/2017 (Stephanie Keith/Getty Images)
Os EUA comemoraram o corte de US$ 285 milhões do orçamento da Organização das Nações Unidas (ONU) para 2018 e 2019. Para esses dois anos, Assembleia Geral aprovou o orçamento de US$ 5,3 bilhões.
O valor é um pouco inferior do que os US$ 5,4 bilhões pedidos pelo secretário-geral da entidade, Antonio Guterres. O anúncio não especificou o impacto que o corte teria nos pagamentos feitos pelos EUA, que são o maior contribuinte para o orçamento da entidade. Cerca de 22% do total arrecadado pela ONU é fornecido pelos americanos.
A comemoração dos americanos diante desse anúncio aconteceu cinco dias depois de a ONU condenar a decisão do país por reconhecer Jerusalém como a capital de Israel. Dos 193 países membros, 128 votaram contra a iniciativa dos EUA.
A embaixadora do EUA na ONU, Nikki Haley, declarou que a “ineficiência e gastos excessivos” da ONU são notórios e que não permitirá que “se aproveitem da generosidade do povo americano”.
Haley também afirmou que, embora tenha ficado satisfeita com os resultados da negociação orçamentária, a missão continuará “avaliando formas de ampliar a eficiência da ONU e, ao mesmo tempo, proteger nossos interesses”. (veja)

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