Gleisi amplia a coleção de alucinações

Como não foi trancada no banheiro, a presidente do PT atacou Sergio Moro com uma fotomontagem
Por Augusto Nunes/veja
Gleisi Helena Hoffmann, Casa Civil (Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr/VEJA)
poucos dias, a coluna sugeriu que Gleisi Hoffmann fosse trancada no banheiro sempre que enxergasse alguma mensagem de apoio ao grupo criminoso que preside. A recomendação se inspirou na resposta dada por Afonso Arinos, ministro das Relações Exteriores do governo Jânio Quadros, a quem lhe perguntava o que poderia ter impedido a renúncia do presidente.
Como a sugestão não se materializou, Gleisi continua à solta e em ação. Neste sábado, a senadora paranaense, que se tornou freguesa do Departamento de Propinas com os codinomes Amante e Coxa, publicou no Twitter uma imagem de Sergio Moro sentado de costas para um painel que exibia os logotipos dos patrocinadores do evento. Entre eles figuravam a Rede Globo e o PSDB.
Ao descobrir que publicara uma fotomontagem que deformara deliberadamente a realidade, registrada na imagem reproduzida abaixo, Gleisi apagou o tuíte. Mas não perdeu a pose: “Ao ex jornal Gazeta do Povo: A imagem de Moro e patrocinadores pode ser falsa, mas as relações não são!”, delirou na rede social a presidente do PT.
No começo de janeiro, em sua primeira alucinação de 2018, Gleisi enxergou uma faixa em apoio a Lula no meio da torcida do Bayern de Munique. Na segunda, viu uma homenagem ao seu partido no título da música Vai Dar PT, de Leo Santana, tocada no Carnaval da Bahia.
Antes que venham as águas de março e mais mensagens de Gleisi, a coluna reitera a recomendação: tranquem no banheiro mais próximo a tuiteira muito doida.

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