Michelle e Barack Obama podem ganhar série da Netflix

O número de episódios e o formato do show ainda não foram decididos; a principal ideia é que eles tragam "histórias inspiradoras"
Barack e Michelle Obama em Washigton (Ron Sachs-Pool/Getty Images)
O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está em negociações avançadas com a Netflix para protagonizar uma série de programas ao lado da mulher, Michelle, reportou o jornal The New York Times na quinta-feira.
O jornal diz que, segundo os termos do acordo proposto, a plataforma pagará Obama e a ex-primeira-dama para produzir conteúdos exclusivos que só estarão disponíveis na Netflix. A empresa, no entanto, se recusou a comentar a reportagem.
O número de episódios e o formato do show ainda não foram decididos. Porém, o jornal afirma que Obama não pretende utilizar seu espaço na plataforma para responder a comentários do atual presidente americano, Donald Trump, ou a críticos. Em vez disso, a proposta do ex-presidente é destacar “histórias inspiradoras”.
“O presidente e a Sra. Obama sempre acreditaram no poder da narração de histórias para inspirar”, disse Eric Schultz, um consultor sênior do ex-presidente, na quinta-feira. “Ao longo de suas vidas, eles levantaram histórias de pessoas cujos esforços para fazer a diferença mudam silenciosamente o mundo para melhor. Ao considerar seus futuros planos pessoais, eles continuam explorando novas formas de ajudar os outros a contar e compartilhar suas histórias.”
Em uma possível ideia para o show, Obama seria um moderador em conversas sobre temas em discussão durante sua presidência – saúde, direito de voto, imigração, política externa, mudanças climáticas – e que continuam a dividir o eleitorado americano durante o mandato de Trump.
Outro programa poderia ter Michelle Obama como apresentadora em conversas sobre nutrição e outros tópicos que foram levantados por ela durante sua passagem como primeira-dama. O casal também poderia estender sua “marca” a documentários ou programas de ficção na Netflix para falar sobre suas crenças e valores, informou o jornal.
Os termos financeiros do acordo ainda são desconhecidos, segundo o NYT. Executivos da Apple e da Amazon também expressaram interesse em conversar com Obama sobre acordos para criação de conteúdo. (veja)

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