Ministros do STF recebem proteção de 85 seguranças privados

O Supremo Tribunal Federal (STF) mantém 85 seguranças privados para dez ministros. O serviço custa R$ 831 mil por mês. Esses profissionais são responsáveis apenas pela proteção pessoal dos ministros, e não das dependências do STF. O contrato atual foi iniciado em novembro de 2017 e tem vigência de dois anos e meio, podendo ser prorrogado pelo mesmo período. A previsão é gastar cerca de R$ 25 milhões neste período. A empresa responsável é a Esparta Segurança. As informações são do O Globo com base em dados disponíveis no site da corte.
Na última terça-feira (26), o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato no STF, revelou que sua família sofreu ameaças. Cármen Lúcia determinou o aumento da segurança dele, e o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, colocou a Polícia Federal à sua disposição.
De acordo com O Globo, a Secretaria de Comunicação do Supremo informou que, até o momento, apenas Fachin pediu reforço na segurança. 
Após o relato de Fachin, a corte disse que a presidente Cármen Lúcia enviou ofício a todos os ministros indagando sobre a necesssidade de alteração e aumento do número de agentes de segurança. Segundo a assessoria do STF, não há informação de que outro ministro tenha pedido reforço na segurança. (BNews)

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