PLANALTO VÊ FRAGILIDADE NA ACUSAÇÃO CONTRA TEMER

INVESTIGAÇÃO DE VAZAMENTO EVIDENCIARIA FRAGILIDADE DA SUSPEITA
ESCÂNDALO SOBRE VAZAMENTO EVIDENCIARIA A FRAGILIDADE DA ACUSAÇÃO
Para o Planalto, os “inquéritos paralelos” ordenados pelo ministro Luís Barroso, do STF, sobre supostos vazamentos, revelaria a fragilidade da acusação contra o presidente Michel Temer, de haver assinado decreto beneficiando a empresa Rodrimar, que atua no porto de Santos. O governo acha que como a tendência do inquérito principal seria isentar Temer, restariam outros dois, vinculando-o a supostos vazamentos. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Para ministros do STF, Barroso deveria apresentar indícios devastadores contra Temer que justifiquem a quebra de sigilo. Devastadores mesmo.
Havendo indícios devastadores contra Temer, a procuradora-geral Raquel Dodge não teria chamado a quebra de sigilo de “desnecessária”.
O Planalto soube que Barroso ficou irritado com a reação de Temer ao desdenhar da quebra de sigilo, quando prometeu divulgar seus extratos.
O governo sustenta que não houve benefício a Rodrimar. “É um crime de assassinato sem corpo de vítima”, ironiza o ministro Carlos Marun.

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