105 mísseis e 3 alvos: veja como foi o ataque contra armas químicas na Síria

Estados Unidos, Reino Unido e França anunciaram bombardeio na noite da sexta-feira (13). Governo sírio negou uso de armas químicas.
Por G1
EUA, Reino Unido e França bombardeiam alvos na Síria (Foto: Betta Jaworski/G1)
O bombardeio de Estados Unidos, França e Reino Unido a alvos supostamente relacionados a armas químicas na Síria começou por volta das 4h da madrugada na Síria (22h de sexta-feira em Brasília), no momento em que o presidente norte-americano Donald Trump anunciava a ação.
A Rússia chegou a afirmar que a defesa antiaérea síria interceptou 71 mísseis, no entanto, o Departamento de Defesa dos EUA disse que nenhum dos 105 mísseis disparados sofreu interferência.
Os alvos
Centro de pesquisa e desenvolvimento Barzah
Localização: na região da grande Damasco
Suspeita de produção e testes de tecnologia química e biológica
Armas: 76 mísseis (57 Tomahawk e 19 ar-terra)
Armazém em Him Shinshar
Localização: perto de Homs
Suposto depósito de gás sarin e equipamentos de produção
Armas: 22 mísseis (9 Tomahawk, 8 Storm Shadow, 5 SCALP)
Bunker em Him Shinshar
Localização: Homs
Suposto depósito de armas químicas e posto de comando
Armas: 7 mísseis SCALP
De onde saíram os mísseis?
Lançamento de míssil de navio francês no Mar Mediterrâneo em direção a alvos na Síria (Foto: ECPAD / via AFP Photo)
Navios no Mar Vermelho
Cruiser USS Monterey - 30 mísseis Tomahawk
Destroyer USS Laboon - 7 mísseis Tomahawk
Navio no Golfo Pérsico
Destroyer Higgins - 23 mísseis Tomahawk
Navio USS Monterey dispara míssil em direção a Síria (Foto: U.S. Navy Lt. j.g Matthew Daniels/Handout via REUTERS)
Navios no Mediterrâneo
Fragata francesa - 3 mísseis SCALP
Submarino John Warner (EUA) - 6 mísseis Tomahawk
Pelo ar
Bombardeiros B1 Lancer (EUA) - 19 mísseis ar-terra
Tornados e Typhoons (Reino Unido) - 8 mísseis Storm Shadow
Rafales e Mirages (França) - 9 mísseis SCALP
Centro de pesquisa científica destruído em Damasco por bombardeiro de EUA e aliados (Foto: Omar Sanadiki/Reuters)

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