Delegado chama pichação em prédio de Cármen Lúcia de "atentado à democracia"

José Luiz Quintão disse que ato foi realizado por uma "organização criminosa" e que a polícia usará imagens para identificar os manifestantes
Manifestantes jogaram tinta no prédio onde a ministra tem um apartamento
A Polícia Civil irá investigar os atos de vandalismo nos prédios da ministra Cármen Lúcia e do Ministério Público de Minas Gerais que ocorreram na tarde desta sexta-feira em Belo Horizonte. De acordo com o delegado José Luiz Quintão, as pichações foram realizada por uma "organização criminosa" e classificou o ato como "um atentado à democracia".
Segundo ele, a polícia irá usar imagens para identificar os manifestantes. "Já colhemos várias imagens, estamos entrevistando pessoas, arrolando testemunhas. A perícia técnica da Polícia Civil já foi acionada para que a gente qualifique os executores, apure a extensão dessa organização criminosa que está por trás desse ato de vandalismo e atentado aos poderes constituídos", declarou.
Quintão disse ainda que o momento em que o ato aconteceu faz com que o ato não seja classificado como "uma simples pichação". "Diante dos recentes julgamento que ocorreram em Brasília, no Supremo Tribunal Federal, é um atentado à democracia, ao estado de direito, ao exercício das instituições, inclusive do poder judiciário do Supremo Tribunal Federal, de forma que a Polícia Civil está atenta e zelosa na responsabilização dos culpados", disse.
A Polícia Civil informa que O inquérito tramita em segredo de Justiça e tão logo concluída será divulgada. (otempo.com)

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