'Sumido' desde aprovação de relatório, Lúcio receberá 'ultimato' sobre acusação por quebra de decoro

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA) receberá um ultimato acerca da acusação por quebra de decoro da qual é alvo no Conselho de Ética da Câmara. Pela quarta vez, o colegiado tentará comunicá-lo formalmente sobre o processo, que poderá levar à cassação do seu mandato. A reclamação foi apresentada pela Rede Sustentabilidade e pelo PSOL.
Lúcio foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) por lavagem de dinheiro e associação criminosa após a Polícia Federal ter encontrado R$ 51 milhões em espécie no bunker atribuído a seu irmão, o ex-ministro e também emedebista Geddel Vieira Lima, detido preventivamente desde 8 de setembro, no Presídio da Papuda, em Brasília. O caso decorre no âmbito da Operação Tesouro Perdido.
Caso o parlamentar não seja localizado nos próximos dias, a notificação será publicada no Diário Oficial da Casa e, automaticamente, será aberto prazo regimental para que ele apresente sua defesa prévia.
Segundo informações que constam do site da Câmara, Lúcio não aparece por lá desde o dia 10 de abril —mesma data em que o relatório favorável ao recebimento da acusação foi aprovado, por 12 votos favoráveis e 2 contrários.
CASO CHEGA AO STF
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir na tarde desta terça-feira (8) se cabe à Corte julgar os irmãos Geddel e Lúcio, além da mãe deles, Marluce Vieira Lima, que, segundo as investigações, também guardava valores em seu apartamento. 
Tal como os filhos, a matriarca foi denunciada pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. (BNews)

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