Brasileiros vão gastar mais com internet e vídeos online, diz estudo

Estudo sobre entretenimento e mídia no país aponta que os gastos para acessar internet e conteúdo online vão crescer 7% ao ano até 2022
KEILA JIMENEZ/r7

Brasileiros vão se conectar ainda mais na webReprodução
Mais brasileiro vão se conectar à internet nos próximos anos, o que significa crescimento de lucro para empresas do setor. Pelo menos é isso que aponta estudo recente da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) sobre o setor de entretenimento e mídia no país.
O estudo aponta que o acesso à internet e serviços de streaming de vídeo e música devem apresentar as maiores taxas de crescimentos do setor nos próximos cinco anos. Segundo o estudo, jornais e revistas devem continuar em queda no formato impresso. Na publicidade, o destaque é novamente o crescimento de anúncios em vídeo no celular.
No total, a pesquisa prevê que no Brasil o setor deve movimentar quase US$ 53 bilhões em 2022, ante cerca de US$ 41 bilhões em 2017, uma média anual de 5,3%. Os gastos com acesso à internet apresentam o maior crescimento entre as categorias em que o estudo é dividido: consumo, publicidade e acesso.
Os gastos no país para acessar a internet devem sair de US$ 15 bilhões em 2017 para US$ 22 bilhões em 2022, com um crescimento médio anual acima de 7%. Os valores de consumo e de publicidade também crescem, 2,2% e 5,2% respectivamente. 
Nos hábitos dos consumidores brasileiros acompanham todas as tendências globais: preferem as plataformas online acessadas por smarthones.
Segundo a consultadoria, os serviços de streaming vão continuar crescendo. OTT (vídeo na internet) vai sair de US$498 milhões em 2017 para US$782 milhões em 2022, crescendo em média 9,4% ao ano. No segmento de música, o streaming já apresenta o maior gasto do brasileiro para ouvir conteúdo, US$ 208 milhões em 2017, acima dos gastos com bilheteria de show ao vivo, e devem continuar crescendo em média 18% ao ano.
Esta mesma mudança é esperada para a publicidade: a TV aberta continua sendo preferência do anunciante, mas haverá perda de marketshare no período de previsão para a publicidade na TV paga e para a internet, que crescem ambas 12% ao ano até 2022.

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