Decisão De Cármen Lúcia É Fundamental Para Delação De Palocci

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, colocou na pauta da Corte na semana que vem, 14 de junho, a retomada do julgamento sobre a possibilidade da Polícia Federal (PF) fechar acordos de delação premiada. Raquel Dodge é totalmente contra. A procuradora-geral da República vê esse tipo de negociação apenas com a responsabilidade do Ministério Público Federal (MPF). O ex-ministro Antonio Palocci é um dos que aguardam ansiosamente a conclusão deste julgamento.
A votação já tem a maioria dos ministros da Corte: 6 dos 11 são a favor das delações premiadas da PF. O julgamento começou em dezembro do ano passado.
Antonio Palocci está em negociação com a PF e quer delatar. Ele já tem em mãos provas que podem incriminar o PT. Um dos objetivos dele é amenizar a sua pena.
Duda Mendonça
O publicitário Duda Mendonça também não teve a sua delação homologada. Ele “entregou” esquemas corruptos de caixa 2 que favoreceram campanhas de 2010. Entre elas estão a de políticos como: Lindbergh Farias, Delcídio do Amaral, Fernando Pimentel, Paulo Skaf e Roseana Sarney.
O ministro Edson Fachin avisou que só iria homologar a delação, depois que o Supremo julgasse se a PF poderia negociar esse tipo de acordo, de uma forma exclusiva.
(NBO)

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