ALCKMIN CRITICA: "BRIGALHADA" NAS REDES SOCIAIS E PEDE QUE O BRASIL DEIXE PASSADO "DE LADO"

Geraldo Alckmin (foto reprodução)
Goiânia - O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, criticou, nesta quarta-feira, a "brigalhada" que divide os brasileiros nas redes sociais. Ao falar para 158 prefeitos de Goiás, em evento na capital do Estado, o tucano pediu que deixemos "de lado" as brigas do passado.
"Hoje quando entramos nas redes sociais é uma brigalhada infernal. Quero me inspirar em Goiás. Aqui Juscelino Kubitschek lançou o plano da nova capital brasileira, trazendo o centro político para o coração do Brasil. Ele dizia que ia percorrer o Brasil de norte a sul, pregando a união nacional e deixando de lado os pesadelos do passados. Essas brigas do passado, vamos deixar de lado", disse.
No evento, Alckmin procurou citar como exemplo o discurso do candidato do PSDB ao governo de Goiás, Zé Eliton (PSDB-GO), que pediu ao presidenciável do seu partido a "concialiação". "Talvez a maior missão do presidente Alckmin seja reconciliar o Brasil. Não é mais possível mais coxinha de um lado e mortadela do outro. A missão do senhor é fazer com o que o Brasil seja um só", disse Zé Eliton.
Apesar do discurso, Alckmin tem protagonizado uma batalha no horário eleitoral com o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Tanto a campanha do tucano quanto a do deputado federal têm buscado a Justiça Eleitoral para barrar os ataques mútuos.
Alckmin também usou Goiás como exemplo ao falar da sua intenção de atrair mais investimentos para o País. Ele disse que irá copiar o programa Goiás Na Frente, lançado na gestão de Marconi Perillo (PSDB-GO), que agora é candidato ao Senado pelo partido. Em uma eventual gestão tucana, o programa se chamará "Brasil Na Frente".
O candidato tucano também utilizou os casos de Argentina e Venezuela para criticar a "irresponsabilidade fiscal". "(Mauricio) Macri herdou o populismo fiscal. Venezuela sempre foi o mais rico da América Latina e agora está nessa situação. É tudo irresponsabilidade fiscal", complementou. (Renan Truffi e Vera Rosa)                                                            Agência Estado

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.