Terceiro Templo e a Terceira Grande Guerra Mundial

Jerusalém sempre será o palco de uma das mais terríveis batalhas da humanidade
Por Marcílio Maran* 
Foto: Redes Sociais 
Estamos assistindo a uma transformação mundial de todos os costumes e crenças. Mas, a “Roda de Samsara” não para e as “Profecias” se fazem reais a cada instante.
Sem querer entrar no mérito religioso da questão, nem mesmo citar “detalhes” da história, eis que estamos diante do momento mais crucial da humanidade onde tudo que fora “escondido” se torna “revelado”. E o “perigo” de se explodir uma nova “guerra mundial” está mais eminente, do que se imagina.
Fazem pouco tempo que discutimos a possibilidade desse conflito partir do oriente, mais especificamente da Coréia do Norte. Entretanto, devido a imediata interferência dos Estados Unidos, cessou-se essa possibilidade.
Outrossim, da outra parte do globo, a atenção do mundo se volta para o Oriente Médio e o alvo é Jerusalém. Terra que já presenciou conflitos milenares, Jerusalém é sem dúvidas, não somente o local mais sagrado do mundo para os Judeus, Cristãos e Mulçumanos, como ainda o pavio mais curto para se estourar um conflito nessa magnitude. Mas, porque?
Para os curiosos em estudar história, o fato é notável. Existe naquela cidade “Santa” um local conhecido por “Monte de Moriá” onde estaria o “Muro das Lamentações” e o “Domo da Rocha”. Para os Judeus, seria o local sagrado onde Abrão teria levado seu filho Isaac para o sacrifício. Todavia, para os mulçumanos, seria esse o local conhecido como o “ponto de partida” de “Al Miraaj” que seria a viagem aos céus da qual o profeta “Maomé” teria realizado.
Os registros denotam que foi nesse mesmo monte (século X a.C), que fora construído o Templo de Salomão, ou “Primeiro Templo”, para abrigar alí, a Arca da Aliança de Moisés. Em 586 a.C. o Templo foi destruído pela primeira vez pelos Babilónios. A construção do “Segundo Templo” se deu por “Esdras e Neemias”, durante o Exílio da Babilônia. Foi a partir dessa reconstrução, que os Judeus retornaram naquela época, á Terra Santa.
Mas o Império Romano, em uma demonstração de força, mesmo diante de uma grande revolta judaica, mandou destruir o Templo pela segunda vez, através do imperador Tito. Assim sendo, do “Segundo Templo” restou apenas um pedaço do “Muro” para que os Judeus sempre se lembrassem da sua derrota por Roma. Ali são feitas peregrinações onde os Judeus rezam. Por essa razão é conhecido também como “Muro das Lamentações”.
É nesse ponto que quero chegar.
O sonho do “Estado de Israel” é a reconstrução do “Terceiro Templo”, exatamente nessa localidade sagrada para os Mulçumanos. Ali, estaria duas das três mesquitas consideradas intocáveis para o mundo mulçumano. No caso do Estado de Israel, resolver vir a tomar essa empreitada, tal iniciativa seria obviamente considerada uma afronta direta ao mundo Árabe e as consequências, poderia ser mesmo a “terceira guerra mundial”.
A visita do presidente americano Donald Trump á Israel, reconhecendo inclusive o “Estado de Israel”, colocou o “alerta” máximo a toda região. Recentes postagens de imagens que mostram “maquetes” do Templo de Salomão no local, têm sido alvo de duras investidas no mundo mulçumano.
A pergunta que fica é: Cumprirá Israel sua empreitada na construção do “Terceiro Templo de Salomão? Se é esse o futuro que nos reserva naquela região, então as profecias irão se cumprir e será dali, que nascerá o maior conflito mundial que a humanidade já presenciou ou quem sabe, o fim da humanidade. E, segundo a Bíblia Cristã, iniciara-se ai, o reinado do Anticristo.
*Marcílio Maran, redator e editor do portalprimeiralinhaonline

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