Após 3 meses, Advogados continuam trabalhando “de graça” e tentam transformar criminoso em louco

Lamentável o rumo que tomaram as investigações do atentado contra o presidente eleito Jair Bolsonaro, ocorrido no dia 6 de setembro, em plena campanha eleitoral, na cidade de Juiz de Fora (MG). Absolutamente nada foi descoberto.
Em contrapartida, o batalhão de advogados que compõe a banca de defesa de Adelio Bispo de Oliveira continua trabalhando de graça, ou, o que é mais provável, patrocinado por uma figura oculta., sem nome, sem endereço e sem CPF.
Misteriosamente, duas pessoas com ligações com o criminoso morreram após o crime. Por outro lado, os tais advogados tentam ‘provar’ que Adelio é ‘louco’. Até perito particular foi contratado, mas os advogados continuam negando peremptoriamente a informação sobre a origem de seus honorários, dos honorários do perito, passagens aéreas, etc.
O delegado escalado para dirigir as investigações, ex-assessor do governador petista Fernando Pimentel, não se mostrou competente para dar um desfecho ao caso.
A dedução óbvia é a de que o autor dos pagamentos pode se confundir com a figura do mandante do crime.
Certamente o ex-juiz Sérgio Moro, tão logo assuma o Ministério da Justiça, saberá dar um outro ritmo a esse caso e chegar a uma solução.
Desvendar o atentado contra Jair Bolsonaro pode ser um ótimo início do combate ao crime organizado.
Amanda Acosta Articulista e repórter - amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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