Política : Por roubo de R$ 318 milhões, MPF pede condenação máxima a Cabral e amigos

Operação Hic e Ubique
Por Ernesto Neves/radar
Cabral: mais um processo chega ao fim (Reprodução/Reprodução)
O Ministério Público Federal entregou nesta segunda (8) as alegações finais da Operação Hic e Ubique, que investiga o ex-governador Sérgio Cabral por evasão de divisas, lavagem e corrupção passiva.
Também são réus o assessor Carlos Miranda, o ex-secretário de Gestão Wilson Carlos, o operador Sérgio de Castro Oliveira, os doleiros Vinicius Claret, o Juca Bala, e Claudio de Souza, o Tony, e Timothy Scorah Lynn.
Segundo o MPF, através da colaboração premiada de Vinicius Claret e Claudio de Souza chegou-se à quantia de R$ 318 milhões desviados pela quadrilha de Cabral. O dinheiro era obtido através de contratos fraudulentos da gestão de Cabral com empreiteiras.
O MPF pede ainda que a pena de Cabral não seja atenuada pelo fato do ex-governador agora admitir sua corrupção, e ter entregado esquemas de propina.

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