Os riscos invisíveis nos serviços com eletricidade

Quem realiza tarefas em contato com a eletricidade não deve subestimar o risco de choque elétrico, ocorrência mais comum nos ambientes de trabalho, além explosões e incêndios, menos frequentes.
Os especialistas alertam que a eletricidade é mais perigosa do que outros agentes físicos, como ruído, calor e frio, já que ela não tem cheiro, cor e tampouco é visível, sendo apenas percebida pelo corpo quando já está sob o seu efeito.
O perigo reside no contato direto do trabalhador com alguma parte energizada de uma instalação. Dependendo da intensidade e duração da corrente, pode resultar em queimaduras, alterações cardíacas, paralisia muscular, parada respiratória, entre outros agravos à saúde.
De acordo com a Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), as ocorrências com choque elétrico responderam, em 2018, por 59% dos 1.424 acidentes registrados pela entidade em todo o país.
Na edição desta semana do SST em Áudio, da plataforma Sesi Viva Mais, o engenheiro eletricista e especialista em segurança do trabalho Cristiano Borges aborda as medidas de proteção em serviços com eletricidade, recomendadas na Norma Regulamentadora N-10.
Ele detalha os principais procedimentos de proteção coletiva e a importância do uso de EPIs, como capacete, luvas, óculos de proteção, além de roupas com tecidos isolantes para proteger o trabalhador da exposição a altas temperaturas.
Para ouvir a entrevista completa, acesse SST em Áudio.

Nenhum comentário

Tecnologia do Blogger.