Telegram descarta hacker e reforça suspeita de vazamento no grupo da Lava Jato

Confirmação de que Telegram não foi hackeado reforça suspeitas dos arapongas
Deltan Dallagnol e Sérgio Moro podem ter sido vítimas de hackers ou de indiscrição - Foto: Jorge Araújo/Folhapress
Após o aplicativo Telegram descartar a ação de hacker no vazamento das conversas do então juiz Sérgio Moro com procuradores da Lava Jato, toma corpo entre arapongas de inteligência a suspeita de que as mensagens podem ter sido entregues para publicação por integrante do grupo do aplicativo do qual fazia parte o atual ministro da Justiça. O Telegram negou ter sido hackeado, mas isso não significa que os celulares do ministro e dos procuradores não tenham sido invadidos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A teoria da conspiração de arapongas é que o vazamento da conversa objetivou gerar crise política para inviabilizar a reforma da Previdência.
Um bandido clonou o celular de repórter do Globo e até se passou por ele, trocando mensagens com um procurador.
O Telegram levantou outra hipótese ao Twitter: “É mais provável que tenha sido malware [um tipo de vírus]” o responsável pelo vazamento.
Criminosos conseguem sem dificuldade clonar um número de celular apenas se dirigindo a uma loja da empresa operadora do celular.

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